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Risco Geopolítico e Estratégia para Executivos
No passado dia 27 de janeiro, o Dr. Miguel Guimarães participou no programa "Risco Geopolítico e Estratégia para Executivos", promovido pela Porto Business School em parceria com o Instituto da Defesa Nacional.
A participação em iniciativas desta natureza evidencia o interesse contínuo em aprofundar os conhecimentos sobre os atuais desafios geopolíticos e estratégicos, temas centrais à reflexão promovida no âmbito da Defesa Nacional.
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Um Novo Ano em Comunidade
Com o início de 2026, reafirma-se a mensagem de continuidade, coesão e compromisso entre todos os associados da Associação. Este novo ano apresenta-se como uma oportunidade para reforçar os valores que nos unem, promover a participação ativa e consolidar o papel da comunidade de Auditores no contributo para a Defesa Nacional e para a cidadania.
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Geoeconomia e as Relações Internacionais
“A riqueza de uma nação mede-se pela
riqueza do povo e não pela riqueza dos príncipes”
Adam Smith
A geoeconomia nas relações internacionais é um campo de estudo que examina as interações entre poder político e interesses econômicos num cenário global. Estamos num mundo em que a economia e a política estão intrinsecamente ligadas e compreender essa dinâmica é fundamental para analisar as relações internacionais contemporâneas.
Este artigo explora os principais conceitos e fatores que moldam a geoeconomia nas relações internacionais, destacando as suas implicações para os Estados-nação, as empresas e as organizações não governamentais internacionais.
Num mundo complexo onde a ordem internacional liberal, saída da II Guerra, e as instituições por ela construídas apresenta-se em crise, nomeadamente após a eleição de Donald Trump.
A geoeconomia refere-se ao uso de estratégias econômicas em política internacional e como tais estratégias influenciam o poder e a influência global. Ela envolve a análise de recursos naturais, as cadeias de fornecimento, os investimentos estrangeiros diretos e a dinâmica de mercados financeiros. Além disso, analisa como as nações utilizam a riqueza e recursos econômicos para alcançar os seus objetivos geopolíticos.
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Dr. António Tavares
Professor de Ciência Política e Relações Internacionais.
Auditor da AACDN nº 1061/2012
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Ameaças híbridas: das narrativas à realidade e à verdade, um caminho a percorrer
Trusting is hard. Knowing who to trust, even harder.
Maria V. Snyder
- Introdução
As chamadas ameaças híbridas emergiram nas duas últimas décadas como um dos conceitos-chave da segurança internacional contemporânea. O termo foi popularizado por Frank G. Hoffman , no seu livro Conflict in the 21 st Century: The Rise of Hybrid Wars, de 2007, para designar formas de conflito que combinam capacidades militares convencionais com instrumentos irregulares, terrorismo, criminalidade organizada e guerra de informação. E Hoffman complementa referindo que as guerras híbridas podem ser conduzidas tanto por Estados como por uma variedade de atores não estatais, sendo, mais tarde, o caso do ISIS , no Médio Oriente, um exemplo dessa nova realidade. Mas terá sido a tese de William J. Nemeth , de 2002, com o título “Future War and Chechnya: a case for Hybrid Warfare” um dos primeiros documentos a abordar, de forma mais específica, a componente híbrida nas operações militares. Nesta tese, é referido que as operações híbridas se tornarão também cada vez mais comuns, constituindo-se a insurgência chechena como um modelo para este tipo de guerra.
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Comandante Hélder Fialho Jesus
Vice-Presidente do Observatório dos Ecossistemas e Infraestruturas Digitais (OEID)
Auditor do Curso de Defesa Nacional 2013-2014
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No âmbito da parceria estabelecida com o Real Colégio de Portugal, vimos por este meio informar que se encontram oficialmente abertas as matrículas para o ano letivo de 2026/2027.
Nesse contexto, gostaríamos de solicitar a vossa colaboração na divulgação interna desta informação junto das vossas equipas e redes de contacto, uma vez que os parceiros do Real Colégio de Portugal poderão, nesta fase, beneficiar de 20% de desconto sobre o valor da matrícula, além do valor protocolado.
Ao longo do presente ano letivo, iremos igualmente partilhar novas iniciativas e propostas, com o objetivo de reforçar a proximidade e o relacionamento institucional com os nossos parceiros.
Para qualquer esclarecimento adicional ou manifestação de interesse, agradecemos que o contacto seja efetuado através do endereço de email joao.magalhaes@realcolegio.pt.
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Relembra-se que está aberta a chamada de artigos para o dossiê temático da revista Nação e Defesa dedicado ao tema "Segurança e Defesa nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa".
Submissão de artigos até 31 de janeiro.
Que desafios enfrentam atualmente os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) em matéria de segurança e defesa? Quais os atores envolvidos? Que lugar para a Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP)? E qual a relevância dos atores regionais?
Mais Informação Aqui
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Autor: Stephen F. Cohen
O novo conflito entre o Oriente e o Ocidente, que eclodiu com a crise ucraniana em 2014, mas que já existia há muito tempo e rapidamente se espalhou pela Europa e pelo Médio Oriente, é potencialmente o pior confronto entre os EUA e a Rússia em mais de cinquenta anos — e o mais fatídico. Uma resolução negociada é possível, mas o tempo pode estar a esgotar-se. Neste livro, o renomado estudioso da Rússia e comentarista da mídia Stephen F. Cohen traça a história dessa relação entre o Oriente e o Ocidente no período da «Inter Guerra Fria» — os anos desde o suposto fim da Guerra Fria anterior, em 1990-1991, até o que ele há muito argumenta ser uma nova e ainda mais perigosa Guerra Fria. A análise histórica e contemporânea de Cohen é perspicaz, instigante e essencial para quem busca compreender as relações entre o Ocidente e a Rússia pós-soviética.
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Autor: Sergio Amadeu da Silveira
Neste ensaio de inegável atualidade, Sérgio Amadeu analisa como o avanço da Inteligência Artificial, impulsionado pelas big techs norte-americanas, está redefinindo o complexo industrial-militar dos Estados Unidos e transformando profundamente a lógica da guerra contemporânea. A partir de uma análise crítica do papel de empresas como Google, Amazon, Microsoft e Palantir, o autor desenvolve o conceito de “complexo militar-industrial-dataficado” para apreender a simbiose entre tecnologia, vigilância e poder estatal. Com base em vasta pesquisa e exemplos concretos de fatos históricos recentes, como os sistemas de IA usados por Israel na Faixa de Gaza, Amadeu denuncia o uso da IA como instrumento de dominação e alerta para a urgência de um debate ético e político capaz de enfrentar os riscos da fusão entre capitalismo de vigilância e militarismo digital.
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Autor:
António Costa Silva
Portugal na Europa e com a Europa: Que Futuro?, de António Costa Silva, quer dar uma contribuição para a renovação do projecto europeu, fazer uma reflexão sobre o caminho seguido, identificar as fragilidades e os problemas e desafios actuais, discutir como resolvê-los e, por fim, avaliar o papel que Portugal pode desempenhar nesta nova fase.
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Estrutura do artigo: Título, Nome do Autor, Corpo do Artigo, Referências (se aplicável)
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Contatos
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